Disparo do alarme
A câmera da zona que disparou abre automaticamente. É o que permite dizer se há alguém no local antes de acionar viatura ou polícia.
Segurança e monitoramento 24 horas em Porto Feliz e região
Central 24 horas (15) 3262-4603
E-mail persegue@bol.com.br
Nossa sede Rua Aquiles Jorge de Oliveira, 80 — Jardim Julita, Porto Feliz/SP
Câmera que só grava conta o que aconteceu. Câmera monitorada permite agir enquanto está acontecendo — com operador de plantão e agente tático próprio.
Monitoramento 24 horas de câmeras é o serviço em que uma central com operador de plantão acompanha as imagens do seu sistema de CFTV e aciona atendimento quando identifica uma situação anormal. A gravação continua existindo, mas deixa de ser o único uso da câmera: ela passa a servir para agir durante o evento, não só para revê-lo depois.
É uma distinção que quase nunca fica clara na hora da compra. A maioria dos sistemas instalados na região grava e nada mais — funcionam bem como prova para o boletim de ocorrência e para o seguro, e não fazem absolutamente nada enquanto o problema acontece.
A central da Persegue fica em Porto Feliz e opera 24 horas. Quando a imagem confirma o que o alarme detectou, o agente tático sai sabendo o que vai encontrar — e quando a imagem mostra que foi um gato, ninguém se desloca à toa.
| Situação | Só gravando | Monitorada 24h |
|---|---|---|
| Alguém pula o muro de madrugada | Fica registrado. Você descobre de manhã. | O movimento na área definida chama a imagem à tela e o operador aciona o atendimento. |
| O alarme dispara | Nenhuma relação entre uma coisa e outra. | A câmera da zona é aberta na hora e confirma se é invasão ou engano antes do deslocamento. |
| Furto de material na obra | Grava quem levou, depois de levado. | A movimentação fora de horário é vista enquanto acontece e vira acionamento. |
| Alguém apaga a gravação | Se o gravador for levado ou formatado, não sobra nada. | Gravação em nuvem mantém a imagem fora do imóvel, além do gravador local. |
| Câmera para de funcionar | Costuma-se descobrir justamente no dia em que ela era necessária. | A perda de sinal é um evento monitorado e gera chamado de manutenção. |
| Custo mensal | Zero depois do equipamento. | A partir de R$ 159,90 por mês, com equipamento em comodato. |
Existe uma imagem popular do monitoramento — uma sala com dezenas de telas e alguém olhando todas ao mesmo tempo — que não corresponde a como o serviço funciona, em lugar nenhum. Atenção humana sustentada sobre imagem parada cai rápido: depois de alguns minutos, a pessoa está olhando sem ver. Prometer vigilância contínua de dezenas de câmeras é vender o que não se entrega.
O monitoramento sério funciona por acionamento. A imagem é chamada para a tela do operador quando algo a convoca:
A câmera da zona que disparou abre automaticamente. É o que permite dizer se há alguém no local antes de acionar viatura ou polícia.
Linhas e regiões desenhadas na imagem — o muro, o corredor lateral, o pátio da empresa. Cruzar aquela linha fora de horário gera evento; um carro passando na rua, não.
Verificação programada em horários de risco, sem depender de evento: o operador percorre os pontos críticos e registra o que encontrou.
Você liga para a central e pede a verificação de um ponto. É comum antes de viagem, em obra e depois de barulho estranho na madrugada.
Enquanto nada aciona, a gravação segue normalmente e fica disponível para consulta. A diferença entre este serviço e um sistema comum de CFTV não é a quantidade de olhos na tela: é ter uma central que recebe o evento, sabe o que fazer com ele e tem agente tático para mandar.
Imagem de videomonitoramento é dado pessoal. Isso significa que instalar câmera não é só decisão técnica: exige finalidade definida, prazo de guarda, controle de quem acessa e aviso de que o local é monitorado. Em condomínio, é o síndico que responde por isso.
Na prática, três regras resolvem a maior parte dos casos:
A Persegue posiciona as câmeras respeitando esses limites, aplica máscara onde for necessário e registra em contrato quem tem acesso às imagens e por quanto tempo elas ficam guardadas. O tratamento dos dados do site está descrito na Política de Privacidade.
A central fica em Porto Feliz e as viaturas saem daqui. Quando a imagem confirma uma ocorrência, o agente que atende está na região — não é despacho remoto para uma empresa parceira em outra cidade. Atendemos também Boituva, Itu, Salto, Capivari, Tietê, Iperó, Cerquilho, Sorocaba e Tatuí.
Os planos de câmera partem de R$ 159,90 por mês com equipamentos em comodato, e o mesmo valor vale em toda a área de atendimento. Projetos maiores, com muitos pontos ou análise de vídeo, são dimensionados por visita técnica — veja os planos ou peça a avaliação.
Verificação por vídeo antes do acionamento
Gravação em nuvem nos pontos críticos
Acesso remoto com login individual
Acesso às imagens registrado em contrato
Na prática, este serviço raramente é contratado sozinho. Costuma vir acompanhado da monitoramento 24 horas de alarme porque é o disparo que chama a câmera certa para a tela do operador; da segurança patrimonial quando o local também precisa de equipe presente; e da manutenção de alarmes e CFTV porque câmera fora do ar só é notada no dia em que era necessária. Se ainda não sabe qual combinação faz sentido no seu caso, o inspetor de segurança avalia o local e monta a proposta — peça uma visita, veja quem já é atendido pela Persegue ou onde a Persegue atende.
Não. Uma câmera que só grava é ferramenta de prova: serve para você descobrir depois o que aconteceu. Uma câmera monitorada é ferramenta de prevenção: alguém pode ver o que está acontecendo agora e acionar uma resposta. O equipamento pode ser o mesmo; o que muda é ter ou não uma central com operador de plantão ligada a ele.
Não, e nenhuma empresa séria promete isso. Um operador não consegue vigiar dezenas de imagens simultâneas por horas sem perder atenção — é limitação humana, não de equipamento. O monitoramento funciona por acionamento: a imagem é chamada à tela quando algo a convoca, como um disparo de alarme, uma detecção de movimento em área definida ou um pedido do cliente. Fora isso, a gravação segue e o operador cuida dos eventos que chegam.
Depende da capacidade do gravador, do número de câmeras e da resolução escolhida. O padrão que a Persegue dimensiona atende o período combinado em contrato, e o cálculo é feito na visita técnica: mais câmeras ou resolução maior consomem mais espaço e reduzem os dias guardados. É uma escolha explícita, não uma surpresa depois da instalação.
Dá. O acesso remoto é feito por aplicativo no celular ou pelo navegador, com login e senha individuais, e mostra tanto a imagem ao vivo quanto a gravação. É o mesmo sistema usado na área do cliente do site. O acesso é seu; a Persegue não precisa estar envolvida para você olhar suas próprias câmeras.
Identifica quando o conjunto está correto. Câmeras com infravermelho enxergam no escuro em preto e branco, e há modelos com sensor colorido que mantêm a cor sob iluminação fraca. O fator que mais estraga imagem noturna não é a câmera: é luz mal posicionada. Poste apontado para a lente cega a imagem inteira. A avaliação de iluminação faz parte da visita técnica.
Em áreas comuns e no seu próprio imóvel, com finalidade legítima de segurança. O que não se pode é filmar o interior da propriedade do vizinho, banheiros, vestiários e áreas de descanso reservado. Em condomínio, a instalação em áreas comuns costuma exigir deliberação e precisa vir com aviso visível de que o local é videomonitorado. A Persegue posiciona as câmeras respeitando esses limites e orienta o síndico sobre a sinalização.
Quem o contrato definir, e o acesso é individual e registrado. Em condomínio, o normal é o síndico e a administradora terem acesso, com a Persegue acessando apenas em atendimento de ocorrência. Imagem de videomonitoramento é dado pessoal sob a LGPD: precisa de finalidade definida, prazo de guarda e controle de quem vê. O contrato registra isso por escrito.
Não substitui, complementa. O alarme detecta a invasão no instante em que a barreira é rompida e é o que dispara a resposta; a câmera mostra o que está acontecendo e permite ao operador confirmar antes de acionar viatura ou polícia. Os dois juntos reduzem tanto o tempo de resposta quanto o deslocamento à toa — que é o motivo de a maioria dos contratos combinar os dois.
Menos do que a maioria imagina, e em lugares diferentes dos que a maioria escolhe. O que define é a quantidade de pontos de entrada e o que precisa ser identificado — reconhecer um rosto pede enquadramento fechado, ver movimentação geral pede abertura. Câmera demais em ângulo ruim registra tudo e não identifica ninguém. O dimensionamento sai da visita técnica, ponto a ponto.
O inspetor percorre o imóvel, define quantas câmeras cada ponto pede, verifica a iluminação e calcula o armazenamento. A visita é gratuita em Porto Feliz e região, e a proposta sai com o valor fechado.
Se preferir resolver por telefone, a central atende 24 horas no (15) 3262-4603.
Fale com quem atende a região há mais de 19 anos. Orçamento sem compromisso.