Central de alarme
O cérebro do sistema: recebe os sensores, decide o que é disparo e comunica com a central de monitoramento. Fica em local protegido, com bateria própria.
Segurança e monitoramento 24 horas em Porto Feliz e região
Central 24 horas (15) 3262-4603
E-mail persegue@bol.com.br
Nossa sede Rua Aquiles Jorge de Oliveira, 80 — Jardim Julita, Porto Feliz/SP
O disparo chega à nossa central em segundos, é verificado por um operador de plantão e vira atendimento de agente tático — não uma notificação que ninguém vê.
Monitoramento 24 horas de alarme é o serviço em que uma central de operadores recebe o disparo do seu sistema no momento em que ele acontece e executa um protocolo de atendimento. Não é o alarme em si, nem o aplicativo que avisa no celular: é a estrutura humana que fica de plantão para verificar o que aconteceu, avisar você e mandar alguém ao local.
A distinção importa porque muita gente compra um alarme achando que comprou segurança. O equipamento faz barulho e manda um aviso. Quem transforma isso em resposta é a central — e uma central só existe de verdade quando tem operador acordado, protocolo escrito e viatura disponível às três da manhã de um domingo.
A central da Persegue fica em Porto Feliz, na Rua Aquiles Jorge de Oliveira, 80, e opera 24 horas com agentes táticos próprios. Não é central terceirizada em outro estado: quem atende o seu disparo está na sua região e sabe onde fica a sua rua.
A pergunta que mais aparece na visita técnica não é quanto custa — é o que acontece depois que toca. A resposta é um protocolo fixo, o mesmo para todos os clientes, sem improviso:
A senha verbal de cancelamento é definida na instalação e vale para todos os contatos autorizados. Ela existe por um motivo específico: se alguém for obrigado a cancelar um atendimento sob ameaça, há uma segunda senha, de coação, que encerra a ligação normalmente para quem está ouvindo e dispara o acionamento policial.
| Situação | Alarme sem monitoramento | Alarme monitorado 24h |
|---|---|---|
| Disparo às 3h da manhã | Sirene toca e o aplicativo notifica. Se você estiver dormindo, ninguém sabe. | Operador de plantão recebe o sinal e executa o protocolo, com você dormindo ou não. |
| Você está viajando | A notificação chega no celular a centenas de quilômetros. Não há a quem recorrer. | Agente tático vai ao local e informa o que encontrou, com você acompanhando por telefone. |
| Corte de energia no imóvel | A central roda na bateria até acabar. Você só descobre quando chegar. | A queda é um evento monitorado: a central registra e avisa antes que a bateria acabe. |
| Alguém corta o cabo de internet | O aplicativo simplesmente para de avisar, sem que ninguém perceba. | A perda de comunicação é ela própria um alerta, e o sinal migra para a rede celular. |
| Disparo repetido no mesmo sensor | Vira incômodo, e o costume é desligar a zona — que deixa de proteger. | O histórico mostra o padrão, e a manutenção corrige a causa em vez de desligar. |
| Custo mensal | Zero depois do equipamento. | A partir de R$ 89,90 por mês, com equipamento em comodato. |
Não existe resposta única. Um alarme sem monitoramento resolve para quem está quase sempre no imóvel, tem vizinhos próximos e quer só o efeito dissuasivo da sirene. O monitoramento entra quando o imóvel fica sozinho — de madrugada, na viagem, no fim de semana — que é exatamente quando a ocorrência acontece.
O cérebro do sistema: recebe os sensores, decide o que é disparo e comunica com a central de monitoramento. Fica em local protegido, com bateria própria.
Infravermelho para ambientes e magnéticos para portas e janelas. O número e a posição saem da visita técnica — sensor mal posicionado é a principal causa de disparo à toa.
Efeito dissuasivo imediato e aviso à vizinhança. Instalada em ponto alto e de difícil acesso, para não ser silenciada de fora.
Internet como caminho principal e rede celular como reserva. Se um cai, o outro assume — e a própria queda vira um evento que a central recebe.
Para armar e desarmar, inteiro ou por partes. O modo parcial permite dormir com o perímetro armado e circular dentro de casa sem disparar nada.
Aciona a central sem sirene, para não avisar quem está no local. Vai onde faz sentido: cabeceira, balcão de atendimento, portaria.
Os equipamentos vão em comodato nos planos de monitoramento: você não compra nada na entrada, e ao final do contrato eles passam a ser seus. A instalação é feita por equipe própria da Persegue — a mesma que faz a manutenção preventiva e corretiva depois.
A maior parte dos disparos não é invasão. É animal doméstico entrando no campo do sensor, cortina se mexendo com o ventilador, galho batendo na janela, morador esquecendo de desarmar, insetos na lente do infravermelho. Isso é normal e tem solução — o que não pode é virar rotina, porque o disparo que ninguém leva a sério é justamente o que passa batido no dia em que é real.
Por isso todo evento entra no histórico. Quando um mesmo sensor aparece disparando com frequência, a Persegue não pede para desligar a zona: manda o técnico ajustar posição, sensibilidade ou trocar o sensor por um modelo com filtro para animais de pequeno porte. Desligar a zona resolve o incômodo e cria um ponto cego permanente.
Do lado do cliente, o que mais reduz falso alarme é simples: manter o cadastro de contatos atualizado, avisar a central antes de reforma ou de deixar alguém no imóvel fora do horário habitual, e usar o modo parcial em vez de desarmar tudo.
A central de monitoramento e as viaturas ficam em Porto Feliz. Isso muda o tempo de resposta de forma direta: o agente que atende um disparo aqui sai de dentro da cidade, não de outro município. Atendemos também Boituva, Itu, Salto, Capivari, Tietê, Iperó, Cerquilho, Sorocaba e Tatuí.
O valor do plano é o mesmo em toda a área de atendimento. O que varia com a distância é o tempo estimado de chegada da viatura, informado na visita técnica — a Persegue prefere dizer o número real da sua região a prometer um tempo padrão que não se cumpre.
Central 24 horas, todos os dias
Agente tático próprio, não terceirizado
Ocorrência registrada e consultável
Comunicação com backup em rede celular
Na prática, este serviço raramente é contratado sozinho. Costuma vir acompanhado da monitoramento 24 horas de câmeras porque a imagem confirma o disparo antes de a viatura sair; da segurança eletrônica e monitoramento 24 horas quando o imóvel ainda vai receber alarme, CFTV e cerca elétrica; e da manutenção de alarmes e CFTV que mantém sensores e comunicação funcionando o ano inteiro. Se ainda não sabe qual combinação faz sentido no seu caso, o inspetor de segurança avalia o local e monta a proposta — peça uma visita, veja quem já é atendido pela Persegue ou onde a Persegue atende.
A central de alarme instalada no local envia o sinal para a central de monitoramento da Persegue assim que um sensor é acionado. O envio é automático e identifica qual zona disparou — porta da frente, garagem, fundos —, o horário exato e se o sistema estava armado por inteiro ou em modo parcial. O operador vê essa informação na tela no momento em que ela chega.
O sinal chega à central em segundos. A partir daí o tempo depende do protocolo: o operador confere o evento, tenta contato com os responsáveis cadastrados e, se não houver confirmação de que foi engano, aciona o agente tático. Como a central e as viaturas ficam em Porto Feliz, o deslocamento até um endereço na cidade é curto; nas cidades vizinhas ele varia com a distância, e a Persegue informa o tempo estimado da sua região na visita técnica.
Nada além de um telefonema. O protocolo prevê contato com os responsáveis cadastrados antes de qualquer deslocamento, e o cancelamento é feito com uma senha verbal que só as pessoas autorizadas conhecem. É por isso que a senha é definida na instalação e não deve ser compartilhada: ela é o que impede alguém sob coação cancelar um atendimento real.
Funciona. A central tem bateria própria, que mantém o sistema armado e comunicando durante a queda de energia, e a comunicação com a central de monitoramento é redundante: quando o link de internet cai, o sinal segue pela rede celular. A própria falta de energia e a queda do link são eventos que a central de monitoramento recebe — ou seja, a Persegue fica sabendo que o imóvel está sem luz mesmo que nenhum sensor tenha disparado.
Não. O modelo antigo, que discava para a central por linha fixa, saiu de uso — era lento e a linha podia ser cortada do lado de fora do imóvel. Hoje a comunicação é por internet com backup em rede celular, o que é mais rápido e não depende de um cabo acessível na fachada.
A ordem é definida no cadastro do cliente e seguida à risca: primeiro os responsáveis que você indicou, na sequência que você definiu; depois o agente tático da Persegue, que vai até o local verificar; e, quando há indício de crime em andamento, a Polícia Militar pelo 190. O cadastro pode ter quantos contatos você quiser, e alterar essa lista é um pedido à central, sem custo.
Na maior parte dos casos, sim. Centrais de alarme das marcas mais comuns no mercado brasileiro comunicam com centrais de monitoramento por um protocolo padrão. O técnico da Persegue avalia o equipamento existente na visita e informa se ele atende, se precisa apenas de um módulo de comunicação ou se compensa mais trocar a central. Quando o equipamento serve, o cliente paga só o monitoramento.
O aviso no celular avisa você. O monitoramento coloca alguém para agir. Um aplicativo que notifica o disparo depende de você estar com o telefone na mão, acordado, com sinal, e de você ter para quem ligar às três da manhã. O monitoramento tem operador de plantão o tempo todo, protocolo definido e agente tático para ir até o local. Na prática, uma coisa é informação; a outra é atendimento.
É. A central opera 24 horas por dia, todos os dias do ano, com escala de operadores e agentes táticos. Não existe horário em que o sinal chegue e ninguém veja — inclusive porque a maior parte das ocorrências acontece justamente de madrugada, no fim de semana e em feriado prolongado.
O inspetor vai até o local, verifica os pontos de acesso, define quantos sensores o imóvel pede e onde cada um fica. A visita é gratuita em Porto Feliz e região, e a proposta sai com o valor fechado.
Se preferir resolver por telefone, a central atende 24 horas no (15) 3262-4603.
Fale com quem atende a região há mais de 19 anos. Orçamento sem compromisso.